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||.*.|*Sabrina*|.*.|| |

Nome: Sabrina Sato Rahal
Peso: 58 kg
Busto: 94 cm
Cintura: 63 cm
Quadris: 100 cm
Altura:1,69m
Cor: Amarelo
Defeitos: falar demais, ser muito desligada e desorganizada
Esporte:Rapel, Boxe, Karatê, Ballet, Ginastica Olimpica, Dança Contemporânea...(todos)
Frase: "Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento"(Clarice Lispector)
Mania: De mexer no cabelo
Qualidades: Bom humor, coragem, não ter preconceitos
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||.*.|*Autógrafo*|.*.|| |

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Sabrina Sato participa de evento em São Paulo
A apresentadora do Pânico na TV, Sabrina Sato, será uma das atrações da festa de lançamento do 30º Anuário do Clube de Criação de São Paulo e da Revista Pasta, que acontece nesta quinta-feira, dia 24, no Morumbi Hall.
Sabrina foi convidada pela Arizona Print Premedia Convergência, para comandar uma equipe de TV que vai cobrir o evento. A apresentadora e modelo vai entrevistar os criativos e convidados de forma bem humorada e irreverente, marca de Sabrina e do programa Pânico na TV.
O resultado da gravação será editado e vai se transformar em um DVD com 30’ de duração, que será enviado pela Arizona para todos os associados do Clube de Criação de São Paulo.
Fonte: www.tecontei.com.br
20/11 - 13:28
Sabrina Sato diz que não pegou Ronaldo
Sabrina Sato, uma das integrantes do Pânico na TV, recentemente foi alvo de boatos. Solteira, já que terminou seu romance com Mendigo (Carlos Alberto Silva), a bela seria o novo amor de Ronaldo, o Fenômeno.
Porém, para o Diário de S. Paulo deste domingo, dia 20, a musa dos adolescentes contou que nunca nem “pegou” Ronaldo.
“Eu fico com vergonha disso. Parece aquelas mulheres que querem aparecer em cima desses caras. Não sou aventureira, nem gosto de ficar. Sempre tive relacionamentos sérios. Eu entrevistei o Ronaldo uma vez, fiquei dez minutos com ele na frente das câmeras e pronto, começou o falatório. O duro é levar a fama sem deitar na cama. Se eu tivesse pegado pelo menos". (risos), disse.
Fonte: site OFuxico
COMPORTAMENTO
Afinal, o que é ser VIP
Tem os milionários, as celebridades,
os herdeiros de sobrenomes tradicionais,
os formadores de opinião e os amigos de
gente influente. Em maior ou em menor
grau, essas very important people
usufruem uma série de mordomias
que a cidade oferece. Animou-se?
Mas não adianta: sem
nome na lista, não entra
Ricardo Moreno
Sinta-se à vontade. Relaxe. Aqui você não paga nadinha para entrar e ainda ganha um mimo na hora de sair. Beberique uma borbulhante taça de champanhe francês. Escolha entre os pratinhos criativos de Neka Menna Barreto e os irrepreensíveis petits-fours de Pati Piva. Desça do salto ou afrouxe a gravata e dance a noite inteira ao lado de famosos como Carolina Ferraz e Fábio Assunção. Mas não se esqueça de se livrar dos ex-big brothers. Eles são uma praga. Algumas horas antes, selecione um dos cabeleireiros mais estrelados da cidade. Se você for um vip de verdade, Marco Antonio de Biaggi, Wanderley Nunes ou Nilton Tamba, do Up Hair Design, na Daslu, movimentarão mundos e fundos para que ninguém o incomode durante o atendimento. Ligue para lojas como Louis Vuitton e Diesel e reserve um horário só para você. Melhor ainda, peça que a descolada estilista Cris Barros vá até a sua casa. Em pouco tempo ela aparecerá com um baú de roupas, sapatos e acessórios. Mais do que festas badaladas, São Paulo oferece a esse enxuto séquito de sortudos uma série de serviços diferenciados.
Acrônimo de very important person (pessoa muito importante, em português), ou very important people, no sentido mais amplo, a palavra vip surgiu na década de 30, nos Estados Unidos, e era aplicada a nomes influentes da política e das artes. Em um de seus mais famosos romances, O Grande Gatsby, o escritor americano Francis Scott Fitzgerald trata com maestria esse universo. Publicado em 1925, o livro revela o glamour e a ilusão logrados pelo protagonista na Era do Jazz. Atualmente, os acordes de Louis Armstrong e Duke Ellington dão lugar às batidas eletrônicas, e o milionário Jay Gatsby, o grande personagem de Fitzgerald, foi substituído por fugazes freqüentadores de colunas sociais.
"A palavra vip perdeu a força e banalizou-se", acredita o empresário José Victor Oliva. Ele sabe do que está falando. No fim dos anos 70 e começo dos 80, Oliva comandou a boate Gallery, na Rua Haddock Lobo, cujo salão vivia abarrotado de figuras como Ayrton Senna, Luiza Brunet, Jô Soares e Vera Fischer. "São Paulo era uma festa", relembra. Hoje os tempos são outros. No balaio vip, quase sempre cabe mais um. Há pelo menos cinco tipos que circulam pela cidade e se beneficiam de vantagens, em maior ou menor grau:
• os bilionários (Athina Onassis, Chella Safra, Bethy Lagardère...);
• as celebridades (Gisele Bündchen, Rodrigo Santoro, Hebe Camargo...);
• herdeiros de sobrenomes dourados (Diniz, Scarpa, Mansur...);
• formadores de opinião (jornalistas, publicitários...);
• amigos de gente influente (pode ser você).
Tornou-se prática comum os organizadores estamparem essas três letrinhas nos convites e naquelas pulseirinhas coloridas, que praticamente definem seu poder na noite paulistana. "Funciona. As pessoas realmente se sentem mais importantes", afirma a produtora Adriana Recchi. Tome como exemplo um festival de música eletrônica realizado no Anhembi, em setembro. Foram distribuídos 1 300 kits entre jornalistas, atores e gente da moda. O pacote incluía convite, camiseta com o nome do patrocinador e um vale-estacionamento, o parking vip. Um logro. Era preciso enfrentar uma multidão para chegar ao espaço reservado, não havia banheiro ali e o tal parking vip custava 20 reais. Ou veja o que aconteceu na série de shows promovida por uma operadora de celular no Sambódromo, no mês passado. Enquanto 30 000 pessoas pagaram 100 reais de entrada, outras 2 000 desembolsaram 250 reais para poder ficar na chamada "área vip", mais próxima do palco e com banheiros especiais. E só. Comes (cachorro-quente e pizza) e bebes (caipirinhas e cerveja quente) deveriam ser pagos à parte.
Ao contrário da década de 80, quando famosos e milionários freqüentavam lugares como o Gallery, nos Jardins, ou o La Cuisine du Soleil, no Maksoud Plaza, pelo simples prazer de se divertir e comer bem, hoje em dia boa parte das festas nasce por uma necessidade comercial. Tornou-se a maneira mais fácil de juntar gente (de preferência famosa) para divulgar na mídia o nome da empresa patrocinadora. Quanto mais exclusivo o convidado, maior a repercussão. A dinâmica desse mercado, no entanto, é muitas vezes cruel. Nomes como o playboy Chiquinho Scarpa e a apresentadora Sabrina Sato ilustram bem a gangorra. É de enlouquecer qualquer vipômetro (termômetro criado pela reportagem para medir o sobe-e-desce de algumas celebridades). O conde Scarpa, por exemplo, ainda costuma surgir, sorrir e sumir nas festas em busca de um flash. No entanto, já não pode cobrar 2.000 dólares por uma "visita", como fazia no passado. Algumas promoters mais perversas chegaram a excluí-lo de suas listas. "Ele não é tão bem-vindo como antigamente", diz uma delas. O conde, por sua vez, afirma que continua recebendo de noventa a 120 convites por mês.
Esse universo é um prato cheio para as promoters – normalmente mulheres, normalmente belas e obrigatoriamente muito bem relacionadas –, que ganham dinheiro enfeitando os eventos com celebridades, empresários e modelos. Carioca radicada em São Paulo, Fernanda Barbosa é uma das mais requisitadas. Dona de uma agenda que garante ter 11 000 nomes, ela cobra por volta de 10.000 reais pelos seus serviços. "E não adianta ficar me mandando flores para conseguir um convite", avisa.
A seguir, um mergulho no restrito mundo dos vips paulistanos. Mas não se esqueça: sem nome na lista, nananinanão. Não entra. 